sábado, 28 de setembro de 2013

Nicolinas 2013

 

Eleição da Comissão de Festas Nicolinas 2013

A Comissão de Festas Nicolinas 2013, foi eleita ontem, dia 27 de Setembro, dando assim início a mais um ciclo Nicolino.
Os estudantes apareceram em massa, e mais de 50 jovens, testemunharam e participaram no acto eleitoral.

Rui Castro, foi eleito Presidente da Comissão de Festas Nicolinas do ano 2013.Duarte Gonçalves e Silvio Araújo, transitam do ano passado,onde serão o braço direito de Rui Castro, e levarão esta comissão a realizar as tradicionais e seculares Festas Nicolinas.

 Foram, ainda, eleitos os seguintes elementos da Comissão de Festas Nicolinas 2013:

Presidente- Rui Castro
Vice-presidente- Silvio Araújo
Tesoureiro- Duarte Gonçalves
Secretário- João Lima
Primeiro-vogal da Academia- Manuel Rodrigues
Segundo-vogal da Academia- Pedro Aarão
Chefe de Bombos- João Mendes
Sub-chefe de Bombos- Diogo Teixeira
Primeiro-vogal de Festas- Norberto Costa
Segundo-vogal de Festas- Luís Castro

A ACFN, deseja as maiores felicidades à nova Comissão de Festas Nicolinas 2013.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Pregão 2012 Reportagem

POSSE ACFN 2012

POSSE DA INENARRÁVEL E SEMPRE INFAME
ASSOCIAÇÃO DAS COMISSÕES DE FESTAS NICOLINAS

A nossa vetusta associação
Cultivando sua base democrata
Pretende que o Senhor Escrivão
Escarrapache o seguinte na acta:

Feliz dia ocorreu no Vaticano
O bagaço correu do alambique
Por um dia, se esqueceu o ano
Mais conhecido por Vatileak

Soubemos por vias travessas
Que em nome dos Fúria do Pau,
No presépio este ano às avessas
Estaria um equídeo de longo pirilau..

Agora, agora,
Agora, agora,
Tu és um cavalo de corrida…

Se você se portar mal…
Vai levar com a fúria do pau

Banidos foram a vaca e o burro
Ficaram os camelos. E a Virgem fula
Mandou-nos ficar com o esturro
Levem a vaca e mais uma mula…

É por isso que o possessório texto
Será lido por uma vaca sem touro
E se perceberam o contexto
Por uma mula que não vale um estouro…

Agora, agora,
Agora, agora,
Nós temos uma mula foi corrida…

Se você se portar mal…
Vai levar com a fúria do pau

A vaca:
Meus caros vimaranenses, concidadãos
Sou eu!!! Não vêem! É a vaca que vos fala
Tirar-me do presépio? A mim não!
Fui vítima de uma cabala…

A mula:
Pois, pois! Fino foi o burro…
Mal deu seu último zurro
Pôs-se a monte, rápido vazou
E a ler esta posse me deixou…

A galope, trálálá
Sem parar… trá-lá-lá
Cavalinho nunca sai do seu lugar…
Trá-lá-lá

Se você se portar mal…
Vai levar com a fúria do pau

A vaca:
Grande ano! Foi a consagração.
Fomos Capital, no berço da Nação.
Trouxemos até trombonistas suecos
Os Tugas que se quilhem! São badamecos.

A mula:
Sim, claro! Foi um grande festim
No Toural até montaram um varandim
No Carmo montaram um Urbescópio
E a massa?... Nem c´um microscópio!!
A galope, trálálá
Sem parar… trá-lá-lá
A massinha já saiu do seu lugar…
Trá-lá-lá

Se você se portar mal…
Vai levar com a fúria do pau

A vaca:
Vi o mesmo cavalo três vezes
Do alto, do comando desta Nau
E saibam “vocemessezes”
Que gosto dos Fúria do Pau!

A mula:
Tens razão vaquinha querida
Toda a bandeira vi erguida…
De pé vi também a melena
Do tal maestro Rui Massena

Agora, agora,
Agora, agora,
Nós temos um maestro de corridaaaaa..

Se você se portar mal…
Vai levar com a fúria do pau

Vaca:
Inculto! Laparoto rasteiro
Provinciano, trampolineiro
Que dizes dos Expensive Soul
You ignorant! You fool.

A mula:
Foi fixe! Foi altamente!!!
Pena Guimarães estar ausente
Os Nicolinos muito invejo
De resto era tudo d´ além Tejo…

Agora, agora,
Agora, agora,
Agora é que a vaca está aflitaaaa….

Se você se portar mal…
Vai levar com a fúria do pau

A vaca:
Querias o quê, mula azeda
Tiveste as bandas na Alameda
Querias ser europeu, sem sêlo
Ver sempre artistas de Penselo?

A mula:
Não! De Penselo não diria
A S. Jorge dou primazia
Ora, diz-me: não achaste bem
Na Oliveira, a Banda de Pevidém?

Agora, agora,
Agora, agora,
Tu és capital desportivaaaaa…

Se você se portar mal…
Vai levar com a fúria do pau

Fúria do pau: ereção peniana , causada pelo enchimento da bexiga, de curta duração, e não uma ereção por causa sexual.
Em português se usa a expressão: tesão de mijo!

Haja ordem nesta bodega
Quando tal toda a gente se esfrega
Chega de paleio da capital
E voltemos ao essencial…

Agora, agora,
Agora, agora,
Tu és um cavalo de corridaaaa…


O pior será quando a fúria passar
O tamanho será pequeno, de assustar…
Pirilau, grosso já definha
E afinal… é só uma pilinha!

NOTÍCIAS:
O Vaticano anunciou hoje que a conta de Bento XVI na rede social Twitter - @pontifex - alcançou, em apenas 24 horas, meio milhão de seguidores.
A primeira mensagem do Papa no Twitter só será escrita a 12 de dezembro, mas 500 mil pessoas já se inscreveram para "seguir" Bento XVI no Twitter.
A abertura da conta @pontifex foi anunciada ontem e vai ser publicada em oito idiomas.

Amigos! É o fim desta tragédia
Vivam as Nicolinas na Wikipédia
E o Papa dirá: Holy Shit!
Para a semana no seu primeiro tweet

Nicolinos! Meu Povo! Meu País!
Sou Nicolino! Sou das Festas! Sou Feliz
Amanhã, sigam o vosso coração
E estejam presentes no Pregão

Nicolinas, não é só Pinheiro
Nem bebedeira o dia inteiro.
É Danças, Pregão, é Maçãzinhas
Tenham gosto, preparem as fitinhas

Entra…. o gajo da fúria do pau e nada diz

Beijos às meninas bem jeitosas
Abraços aos de caras pilosas…
O facebook já foi… Mexam esse cú!
Xau! Vemo-nos no Badoo…

Arrete, la charrete… Comandante…
J´ai une chose pour dire num instante:
Se você se portar mal…
Vai levar com a fúria do pau

MELO PRODUCTIONS, IV POST KALENDAS DECEMBRII, ANNUS HORRIBILIS MMXII

Posses 2012

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Comunicado do Presidente ACFN

  
Caros amigos, velhadas de corpo e alma.

Este ano o jantar do Pinheiro vai realmente ser algo como nunca antes vivemos. Por estranho que pareça vai ser mais do mesmo e ao mesmo tempo vai ser algo de absolutamente novo, único e tenho a certeza que extraordinário e inesquecível.
Somos 81 ex-membros de comissões de festas, espalhados por quatro décadas. Só isto já representa algo inimaginado até há muito pouco tempo, arrisco-me mesmo a dizer que é algo que nunca as próprias Festas alguma vez presenciaram.
Para quem vê de fora, uma multidão destas é algo de imponente e que mete respeito, algo que, só de ver coloca qualquer um no seu devido lugar e faz questionar o que estará por trás de tamanha união. Meus caros, quer queiramos, quer não, nesta noite mais que nunca o nosso grupo representa uma elite, uma elite Nicolina no sentido mais honesto e verdadeiro da palavra.

E digo-o não por vaidade ou por interesse mesquinho, mas sim por orgulho. Por orgulho em fazer parte desta tradição, orgulho por ter feito parte da tradição, orgulho em ter-vos ao meu lado, mostrando o que nos une. O respeito pelas Festas e o orgulho em ser Vimaranense.

É por tudo isto mas não só que vos escrevo. Também para que todos tenham a noção do que representamos individualmente e como grupo para o exterior. Para que todos saibam que a nossa imagem também é importante para o futuro das festas e por isso vos peço e apelo a nossa organização como grupo sem atropelos e empurrões sobretudo entre nós, para que não estejam constantemente em cima do sub-chefe de bombos ou a fazer cordão a separar dos outros grupos, e sobretudo para que nos mantenhamos coesos e organizados. Muita calma nessa hora é o que vos peço. Vamos todos aproveitar este momento único para o tornar verdadeiramente inesquecível e usufruirmos dele o máximo que pudermos.

Já agora, se puderem/quiserem levem capa e mitra e vamos fazer história.

Um forte abraço Nicolino,

O vosso querido líder.
Miguel

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A opinião de 3 Gerações de Nicolinos

Memórias de um Nicolino

A Associação de Comissões de Festas Nicolinas, dando seguimento a um projecto iniciado pela direcção anterior, decidiu convidar um dos seus elementos a escrever um relato de memórias e vivencias durante o tempo de comissão. Na altura, ninguém melhor do que o sócio numero 1 e fundador desta Associação. Hoje a direcção decidiu convidar o seu actual Presidente da Assembleia Geral, pelo cargo que ocupa na Associação, pelos seus 20 anos de velho Nicolino e também por ser um dos fundadores da Associação, André Coelho Lima.
Porque o passado faz parte de nós e é com ele que construímos o Futuro, ficam na íntegra as Memórias de um Nicolino.

Caros amigos,

É-me solicitado que escreva umas linhas sobre as Nicolinas, e sobre as minhas memórias de Nicolinas. Escrevo “a quente” porque hoje é dia 26 de Novembro, o que para qualquer nicolino significa um crescer de expectativas para o “nosso” dia, o 29 de Novembro que está cada vez mais próximo.

Mas as minhas memórias não podem passar ao lado do período em que tive o privilégio de pertencer a uma Comissão de Festas Nicolinas. Em 1992. Vão agora, precisamente, 20 anos. Despertei para as Nicolinas cedo, participando e acompanhando nos vários números, mas só mais tarde fui convidado a integrar uma Comissão de Festas. Habituava-me a ver e a admirar aquele grupo de rapazes barbudos, todos de preto, a passar nas ruas como se estivessem a tomar conta delas, que nós, os mais novos, simultaneamente temíamos e admirávamos. Mas era maior a admiração. Eu achava inatingível poder pertencer a uma Comissão. Até que, algum tempo depois, o meu amigo Rui Barreira, que tinha pertencido à Comissão nos anos anteriores, me veio motivar a integrar a Comissão de Festas. Começaram as dificuldades.
Primeiro, convencer os meus pais a deixarem-me ir. Não foi tarefa fácil. Mal sabia então o meu Pai das consequências da sua decisão pois, ao deixar-me integrar a Comissão, estava a dar uma “autorização prévia” aos meus 3 irmãos mais novos, que depois, em 1996, 1997 e 2000 integraram igualmente a Comissão. Condição imposta: tratar sozinho de ir às reuniões à noite, de domingo a 6ª feira (só folgávamos ao sábado), se queria pertencer à Comissão teria que me desenrascar. O que para quem, como eu, morava em Pevidém, não era fácil, vir todos os dias da semana de boleia para a cidade para vir às reuniões da Comissão.

Depois veio o traje. Coube-me herdar o traje que o meu Pai usara no tempo dele do Liceu.

Que orgulho! Vestir o mesmo traje, a mesma batina, a mesma capa que o meu pai usara 20 anos antes, rasgada pelos seus amigos e pela minha Mãe. Arranjar camisas adequadas, aprender a dar o nó na gravata. Tudo era novo, tudo era diferente. Lembro-me bem da primeira reunião, a mais informal. Foi no dia em que o Vitória recebeu o Ajax de Amesterdão em Guimarães (perdemos 0-3). No final lá nos encontramos, a Comissão de Festas, para nos conhecermos. Conhecia bem o Presidente, o Salgado (Miguel Salgado Fernandes), e o Mirex (Paulo Gonçalves) e “levava” comigo dois amigos para a Comissão, o Russo (Luís de Sousa) e o André Assis. Os restantes conhecia mal ou não conhecia de todo. No final fiz boas amizades com pessoas que não conhecia. Amizades que guardo até hoje.

Começou aqui a melhor experiência da minha vida. Melhor porque irrepetível, melhor porque só absorvível na plenitude se vivida nestas idades, melhor por ser tão intensa, e ao mesmo tempo tão rápida.
Pertencer a uma Comissão de Festas não é um passeio. É muito difícil. É difícil percorrer vários quilómetros todos os dias para realizar os “tradicionais peditórios” (e romper três pares de sapatos…).
É difícil andar à chuva sem poder usar guarda-chuva, e carregar a capa que, molhada, pesa quilos. É difícil sentir de perto tantas dificuldades de tantas famílias a quem pedíamos contribuíssem. É difícil chegar ao fim da tarde, já noite, completamente esgotado e só ter tempo para jantar a correr, porque às 21.30h já tinha que estar na cidade para as reuniões diárias. É difícil ter que estar todas as noites, pelas 21.00h, em frente aos correios de Pevidém de dedo esticado. É difícil ter que impor respeito e mandar calar, sozinho, umas dezenas de caixas que estejam a tocar para além das 22.00h. É difícil passar as festas todas sem no fundo nelas poder participar, porque a nós cabe organizar.

Mas sobretudo, tudo isto é particularmente difícil para quem tem 18 anos, ou menos. Mas é tão difícil quão reconfortante. É tão difícil quão compensador. De facto, sai-se da Comissão uma pessoa diferente da que lá entrou. Mais amadurecida, mais responsável, mais preparada para o Mundo. A vivência da Comissão de Festas é essencialmente formativa. Basta que pensemos que as Festas Nicolinas são totalmente organizadas por um grupo de miúdos que, a quase totalidade deles, até integrarem uma Comissão nunca tinham tido grandes responsabilidades. Mas enquanto membros da Comissão temos que negociar e celebrar contratos, abrir contas bancárias, contratar pessoas para levarem a cabo determinadas funções (como por ex. os lavradores para cortar e desfilar o Pinheiro com as suas juntas de bois), organizar os cortejos e ser mesmo responsável por eles.

Isto faz-me lembrar um episódio que é para mim inesquecível, que é o Pinheiro de 1992, o meu Pinheiro. Como alguns se lembrarão, foi o ano em que perto da meia-noite e com a Rua Dª Teresa (ao lado do Campo S.Mamede) completamente cheia, os bois das primeiras juntas, picados por alguns irresponsáveis que por ali passaram, desataram a correr desenfreadamente colhendo algumas dezenas de pessoas no seu caminho, boa parte dos quais tiveram que ser hospitalizados. Nunca me esquecerei da imagem de ver as pessoas a ser projetadas a vários metros de altura à passagem dos bois, que os atiravam com os chifres à sua passagem.

Depois deste cenário de horror, seguiu-se o natural pânico. E nós, os miúdos que ali estávamos, é que tínhamos que o resolver. A polícia vinha ter connosco perguntando como deviam atuar, um colega meu não aguentou a pressão e perante aquele cenário desatou a chorar compulsivamente, e nós, os miúdos, sem saber o que fazer. O Presidente chamou os que por ali estávamos, instruiu que abríssemos caminho pelo cortejo para a passagem das ambulâncias, e à polícia que nos ajudasse nessa função. Devo ter percorrido o cortejo inteiro, a correr, do início ao fim e do fim ao início, quase 10 vezes. Até à última ambulância ter socorrido o último acidentado. Não me lembro do final do meu Pinheiro. Estava completamente esgotado. Sei que fui à Ceia de Penselo, pelas 4.00h, como todos os anos, mas já nem me recordo de lá entrar porque adormeci antes…

Mas há um momento que, para nós, tem um valor inexplicável: o momento em que o pinheiro, a árvore, se ergue altaneira perante todos os que a acompanharam. Esse momento, para nós que passamos tantos sacrifícios até àquele momento, que andamos de sol a sol em peditórios para que aquilo fosse possível, que deixamos de ter família, namorada, amigos durante quase 2 meses, para nós, esse momento, compensa tudo! Os abraços entre todos os membros da Comissão, a sensação de dever cumprido, a sensação de que fomos capazes, de que, no nosso ano, conseguimos honrar e cumprir a tradição, a sensação de que valeu a pena, tudo vem ao de cima naquele momento. É um momento único. E difícil de descrever. Só de sentir, e recordar com imensa saudade, quando, ano após ano, vejo as Comissões repetirem idêntico ritual. Olho para eles a saber o que estão a sentir, a invejá-los pelo que estão a viver. Mas feliz por o ter podido viver também, no meu tempo.

E há também episódios curiosos.

Como aquele em que o Presidente me incumbiu de acompanhar o Manel das Vacas no peditório de garrafas. Perto do Pinheiro, a Comissão tem que fazer um peditório de garrafas pelas tascas e cafés da cidade, para dar aos lavradores que acompanham e guardam o Pinheiro no desfile. O Manel é que conhece bem os sítios, eu fui o elemento da Comissão encarregado de o acompanhar. Claro está que o Manel – fino – pôs o rapaz a carregar as garrafas às costas num saco de sarapilheira. Lá fui eu, de tasca em tasca, de café em café, a fazer de carrejão do Manel das Vacas que era o comercial de serviço. Até que, já perto do fim, venho eu trajado e de saco de sarapilheira às costas, carregado de garrafas, e resolvemos atravessar do Centro Histórico para Couros, na passadeira em frente à Torre da Alfândega. Vinha um carro que parou para atravessarmos. Agradeci e atravessamos. Era noite e as luzes não permitiam ver o carro, mas ao passar, quando olho para a esquerda, vejo que o carro que parou era nada mais nada menos do que o pai da menina com quem namorava há pouco meses – que é hoje a minha mulher e mãe dos meus 2, quase 3, filhos – com a família toda dentro do carro, estarrecida, a olhar para o namorado da filha mais velha a atravessar a rua com um saco de sarapilheira cheio de garrafas às costas…

Era escusado explicar o que estava a fazer, a imagem já estava dada, e não foi, como imaginam, das melhores…

Podia ficar aqui toda a noite e escrever dezenas de páginas. Um livro quase. Porque as Nicolinas são um momento infindável de memórias, mas sobretudo de sentimentos. De saudades, de muitas saudades. De viver a cidade com uma intensidade única, de conhecer todas as suas ruas e profundezas. De um sentir Vimaranense muito forte e que nunca mais sai. Que fica impregnado. Que orgulho. Que saudades.

Termino, dedicando estas palavras ao meu bom amigo Rui Barreira, por culpa de quem eu vim para as Nicolinas, e com quem tenho vivido muitos momentos nicolinos ao longo da vida.

E à família. Aos meus irmãos e aos meus filhos. O orgulho imenso que tive em ver os meus irmãos fazer parte da Comissão, os abraços infindáveis que demos e as lágrimas que partilhamos, por vivermos momentos únicos, juntos, são sentimentos que nunca esquecerei e que me fazem desejar, naturalmente, como vimaranense, e como pai, poder um dia sentir idêntico orgulho ao ver os meus filhos trajar de capa e batina, e integrar esta instituição secular que se entrecruza com a História de Guimarães.

Por vós, meus filhos, faço tudo o que faço. Espero que um dia possam ler estas minhas palavras, e nelas sintam a emoção genuína de um vimaranense e de um nicolino, e percebam o orgulho que terei em que um dia possam sentir o mesmo que eu senti.

Guimarães, 26 de Novembro de 2012

André Coelho Lima

Sub-chefe de Bombos 1992
Pregoeiro 1992

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Realizou-se no passado sábado dia 24, a terceira e última Moina de S.Nicolau Moina de 2012.
A tarde foi de sol, e foram vários, os estudantes, cerca de uma centena, que aderiram á Moina para ensaiar os toques nicolinos, e fazer os últimos ajustes às suas caixas e bombos.
Esta moina, teve como destinos, a Família Herculano, depois seguiram para o Rest.Jordão, onde as Comissões 2010 e 2011, como tem sido hábito, as últimas comissões, também ofereceram uma moina. Seguiu-se depois, a última moina e mais aguardada, a moina da ACFN, no Rest. Marisqueira, onde a nossa sede foi pequena para receber tantos estudantes.
Findadas as 3 moinas, seguiram para o Toural, onde terminaram no velho charafiz.













quinta-feira, 22 de novembro de 2012

I Workshop das Maçazinhas

Realizou-se ontem, no Liceu de Guimarães, o I Workshop das Maçazinhas, que teve como destinatários, as meninas que desejam participar, naquele que é o principal numero das Nicolinas,  enfeitando as varandas da Praça de S. Tiago e Largo da Oliveira, querendo presentear os rapazes, no dia 6 de Dezembro.

Esta iniciativa da ACFN, teve a especial colaboração da Marta Nuno da Irmandade de S.Nicolau e Domingos Freitas da ACFN.

O Workshop das Maçazinhas teve uma parte teórica sobre o enquadramento histórico das Maçazinhas, o seu significado e os seus o símbolos. Depois uma parte prática que incidiu em como escolher as cores e o seu significado, o tipo de dedicatória que se escreve nas fitas, adornar e franjar fitas, assim como improvisar uma capa, e como colocar as camélias nas capas.







 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

2ª Moina (Família Santoalha - ElmoBar - MuralhaBar)

Realizou-se no sábado dia 17, a segunda Moina de S.Nicolau. Mais um sábado, onde os estudantes, aderiram á Moina para ensair os toques nicolinos.
Esta moina, teve como destinos, Av.D.João IV, onde a Família Santoalha, proporcionou uma excelente moina, depois seguiram para o centro histórico, onde passaram no Elmo Bar,  e por fim, rumaram à Feira do Pão, onde o Bar Muralha ofereceu a sua moina.
Findadas as 3 moinas, seguiram para o Toural, onde terminaram no velho charafiz.









segunda-feira, 12 de novembro de 2012

1ª Moina (GreenLine - Taberna - Bar Infusões)

Realizou-se no sábado dia 10, a primeira Moina de 2012. Em dia de sol, foram vários, os estudantes, que aderiram á Moina para ensair os toques nicolinos.
Esta moina, teve como destinos, o bar GreenLine (perto do Pulse), depois seguiram para o centro histórico, onde pararam na Taberna, (Largo João Franco) e por fim passaram no Infusões Galeria.
Findadas as 3 moinas, seguiram para o Toural, onde terminaram no velho charafiz.







sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Dia Nicolino no Liceu

Realizou-se no passado dia 6 de Novembro, terça feira, no "novo" Liceu, mas sempre velhinho Liceu, a primeira sessão de esclarecimento do ano corrente, sobre Nicolinas e desta vez, em moldes diferentes dos anos anteriores. Isto porque, ao contrário dos anos anteriores, em que se levava sempre 2 , 3 velhos Nicolinos, para relatar as suas experiências nicolinas, e explicar as festas nicolinas aos mais curiosos.
Desta vez, e pela primeira vez, preteriu-se dos velhos Nicolinos e colocou-se um vídeo documentário sobre Nicolinas, produzido por Pedro Mendes, velho Nicolino de 2010. 
A organização desta iniciativa ACFN, esteve ao cargo de Domingos Freitas, que deu início à sessão com umas breves palavras, passando a palavra posteriormente ao presidente da Comissão de Festas Nicolinas, que apresentou a Comissão á comunidade estudantil e deu início á projecção do documentário.



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sábado, 3 de novembro de 2012

Dia 1 de Novembro

A Comissão de Festas Nicolinas 2012, fez na passada 5ªfeira, dia 1 de Novembro a sua primeira aparição formal á cidade, rumo ao cemitério da Atouguia, para homenagear os nicolinos falecidos, como Jaime Sampaio, António Faria Martins,  Hélder Raul de Lemos Rocha, José Alberto R. Gomes Alves,  Jerónimo Sampaio, Padre Gaspar Roriz, Alexandre da Costa Rodrigues, entre outros e também, a madrinhas dos estudantes, a Senhora Aninhas.
Este foi o primeiro dia de aparecimento público da Comissão de Festas Nicolinas, na nossa mui nobre cidade!

Nicolinas 2012






segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Comissão de Festas Nicolinas 2012 (foto oficial)

Eis, em primeira mão a composição definitiva da Comissão de Festas Nicolinas 2012.
Comissão de Festas Nicolinas 2012
Presidente- Nuno Silva

Vice-presidente- André Mendes
Tesoureiro- Francisco Guise
Secretário- Rui Castro
Primeiro-vogal da Academia- Hugo Castro
Segundo-vogal da Academia- Bruno Castro
Chefe de Bombos- Antoni Silva
Sub-chefe de Bombos- Miguel Freitas
Primeiro-vogal de Festas- Duarte Gonçalves
Segundo-vogal de Festas- Sílvio Araujo

Boa sorte, rapazes...

sábado, 6 de outubro de 2012

II Torneio de Futebol ACFN 2012

Realizou-se no passado sábado, dia 29 de Setembro o II torneio de futebol ACFN. Depois do éxito do ano anterior, a associação voltou a organizar este evento, com o objectivo de juntar velhos e novos nicolinos, onde o desporto, o convívio e os comes e bebes, se aliaram, para uma tarde bem passada entre antigos membros de comissões de festas.

EQUIPA VENDECORA DO II TORNEIO DE FUTEBOL  A.C.F.N. 2012



OS 3 MELHORES MARCADORES DO TORNEIO:
1º Luís Soares 11golos
2º Miguel C.Lima 10 Golos
3º Tiago Guimarães 9 Golos
 























FOTO OFICIAL DE TODOS OS PARTICIPANTES