quinta-feira, 27 de outubro de 2011
domingo, 2 de outubro de 2011
I Torneio Internacional de Futebol ACFN
A Associação de Comissões de Festas Nicolinas organizou, sábado dia 1 de Outubro o seu 1º torneio de futebol. O objectivo deste torneio era não apenas o desporto mas mais importante, o convívio entre antigos membros de comissões de festas. Mais do que pelo resultado do torneio, a competição ou do desporto, o que levou os mais de 45 sócios da ACFN a estarem presentes foi o convívio e a tarde excepcional que se passou no campo dos Trovadores do Cano, onde se fortaleceu ainda mais os laços entre as várias gerações de nicolinos e além duma tarde muito bem passada com desporto, comes e bebes...
Eleição da Comissão de Festas Nicolinas 2011
A Comissão de Festas Nicolinas 2011, foi eleita no dia 30 de Setembro, dando assim início a mais um ciclo Nicolino.
Rui Fernandes foi eleito Presidente da Comissão de Festas Nicolinas do ano 2011.
Foram, ainda, eleitos os seguintes elementos da Comissão de Festas:
Vice-Presidente - Nuno Silva
Secretário - Gabriel Caldas
Tesoureiro - Francisco Alpoím
Chefe de Bombos- José Sampaio
Sub-Chefe de Bombos - André Mendes
1º Vogal da Academia - Francisco Guise
2º Vogal da Academia - João Mendes
1º Vogal de Festas - Pedro Freitas
A partir de agora e 24 horas por dia, estes 9 elementos carregam nas suas costas a nobre missão de organizar as maiores e melhores festas de estudantes (e velhos estudantes) do Planeta.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Gala Nicolinos D´Ouro 2010
Decorreu na passada sexta-feira dia 17 de Dezembro, a mítica Gala Nicolinos d´ Ouro 2010, na Pensão Montanha, na Penha.
Esta é uma Gala da ACFN, que tem vindo a ganhar maior relevo nos últimos anos, na qual os nicolinos, não a perdem por nada, pois é dos números não oficiais, mais participado pelos velhos Nicolinos e que fecha a época nicolina.
Assim à mesa sentaram-se, 50 e tal Nicolinos, onde desfrutaram dum belo repasto e de bons vinhos, finalizando com uma excelente sobremesa, pao-de-ló caseiro, proveniente duma convidada especial.
No fim de jantar foram chegando mais Nicolinos, chegando mesmo aos 70 e tal...onde assistiram também a dois "treilas", Pinheiro 2010 e Visita ás Caves da Macieira 2009, de dois cineastas famosos, Rui Barreira & Rui Silva. candidatos aos grammys...
Por fim deu-se início à entrega de prémios Nicolinos 2010, onde os galardoados foram:
Prémios Lavradores do Caralho - Nuno Fernandes, Frederico Gonçalves, André Coelho Lima, Alberto Guimarães, Rui Barreira, etç etç
Prémio Lavrador do Caralho Mor- Miguel Coelho Lima
Prémio SPAM - Francisco Faria
Prémio Provedor do Caralho- Jorge Castelar
Esta é uma Gala da ACFN, que tem vindo a ganhar maior relevo nos últimos anos, na qual os nicolinos, não a perdem por nada, pois é dos números não oficiais, mais participado pelos velhos Nicolinos e que fecha a época nicolina.
Assim à mesa sentaram-se, 50 e tal Nicolinos, onde desfrutaram dum belo repasto e de bons vinhos, finalizando com uma excelente sobremesa, pao-de-ló caseiro, proveniente duma convidada especial.
No fim de jantar foram chegando mais Nicolinos, chegando mesmo aos 70 e tal...onde assistiram também a dois "treilas", Pinheiro 2010 e Visita ás Caves da Macieira 2009, de dois cineastas famosos, Rui Barreira & Rui Silva. candidatos aos grammys...
Por fim deu-se início à entrega de prémios Nicolinos 2010, onde os galardoados foram:
| Prémio de Louvor - Carlos Fumega |
| Prémio de Louvor - Marta Nuno |
| Prémio de Louvor - Domingos Garcia |
| Prémio Filinto Elísio 2010 - Rui Silva |
| Prémio ACFN 2010 - João Boído |
| Prémio S.Nicolau - Joaquim Mota Prego |
| Prémio S.Nicolau |
| Prémio Fair-Play - Pedro Cunha |
| Prémio Casa Mendes - Afonso Freitas |
Prémio Lavrador do Caralho Mor- Miguel Coelho Lima
Prémio SPAM - Francisco Faria
Prémio Provedor do Caralho- Jorge Castelar
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Votações Nicolino do Ano 2010
NOTA: Os resultados do inquérito, para Nicolino do Ano 2010, colocado no lado direito, serão meramente informativos, e sem peso nenhum na votação final, pois quem vota neste prémio são todos os sócios da ACFN.
Obrigado
Obrigado
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Posse ACFN 2010
Texto das posses da mui nobre, mas sempre infame Associação das Comissões de Festas Nicolinas
Minhas senhoras e meus senhores
Sapateiros, calceteiros e actores
Comerciantes, talhantes e grossistas
Advogados, serralheiros e … alfarrabistas…
Cartomantes, endireitas e bruxos
Bar-menés que vendem vinho em cartuchos
Agricultores, gestores e economistas
Padres, freiras e… seminaristas.
Professores, alunos e boticários
Médicos, fadistas e falsários
Jet-set, Jet-Lag, Jet-Mete e DJ´s
Camareiros, bobos e Lightjockeys.
Abraços, a todos a quem se justifique
O político, meus caros, que se fornique.
Não há gato que não mie…
Não cão que não ladre…
Não há porco que não grunha..
Não há cavalo que não relinche
E até aquele galináceo chamado peru
Até ele gurguleja, espeidorrando-se pelo cú…
E até o Bruce Springsteen, dizem que é o boss…
Porque raio não dizeis… E venha a posse..
Eis mais um escorreito texto, um relambório
Da Rua de Camões para o Index Expurgatório
Apresento-vos agora o mago do Reviralho…
Ladys and Gentlemen, Cifrónio Esquerdalho..
Velha Guimarães, pátria amada
Que fazer agora com esta canzoada
O F.M.I.vão chamar? A Pátria finda…
F.M.I. - Forniquem-nos Mais ´Inda…
Tretas, salamaleques, “porreiros pá…”
Disparates imponentes só mesmo cá
E do Orçamento, a fotografia… linda!
FMI – Forniquem-nos Mais ´Inda…
E os “popós” p´rá Cimeira da Nato
Atingir da estupidez o estrelato
Se temos saída, eu chamo-me Arminda
FMI – Forniquem-nos Mais ´Inda…
Mais Greves Gerais! Não ao trabalho
Naquele labor, rápido me emporcalho
E privatizar a TAP? Está na berlinda…
FMI – Forniquem-nos Mais ´Inda…
E os 500 aeuriós do mínimo salário
Quero já o Sócrates no confessionário
Qual Secret Story, o segredo deslinda?
FMI – Forniquem-nos Mais ´Inda…
Não há gato que não mie…
Não cão que não ladre…
Não há porco que não grunha..
Não há cavalo que não relinche
E até aquele galináceo chamado peru
Até ele gurguleja, espeidorrando-se pelo cú…
E até o Bruce Springsteen, dizem que é o boss…
Porque raio não dizeis… E venha a posse..
Boa noite, Guimarães!!!
Bom Povo, meus Irmãos, conterrâneos
Aqui estão os velhos desde oitenta e seis,
Possuídos pelo vinho, até aos calcâneos
Loucos por obrar nestes velhos papéis.
A Festa passou por cá, mas não a cavalo
Perene se enraizou nestas velhas carcaças
Tenho já longas brancas e o cabelo ralo
Mas nas Nicolinas, divirto-me p´a caraças…
Sabemos onde ir buscar, o pinus mais erecto
As casas das Moinas com o manjar predilecto
Posses fomos buscar ao local mais infecto
Recitamos Pregões, puxando pelo intelecto
Estendemos a lança com ar circunspecto…
Nas Danças saltamos com o mais provecto…
Nas roubalheiras levamos candeeiros do tecto…
Nas Novenas rezamos ou dávamos o aspecto…
Fizemos revoluções, depusemos Presidentes
Fomos para o Pinheiro armados até aos dentes
Fomos audazes, pioneiros e certos seguidores
Deixamos namoradas, perdemo-nos de amores…
Não há gato que não mie…
Não cão que não ladre…
Não há porco que não grunha..
Não há cavalo que não relinche
E até aquele galináceo chamado peru
Até ele gurguleja, espeidorrando-se pelo cú…
E até o Bruce Springsteen, dizem que é o boss…
Porque raio não dizeis… E venha a posse..
A vossa geração fica-nos muito aquém
Deixem que vos lance daqui o meu desdém
Passam as noutes no charro e no Facebook
E nem do Pregão esgalham o batuque…
Nós por cá somos do tempo do José Cid
Que cantava a Anita, os trigais e a vide
Venham ter connosco, eu cá não mordo…
Ponho-vos a cantar como cantava o Tordo…
Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.
Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro as milhões.
E diz o inteligente
que acabaram as canções.
Lalalalalalalala
Comíamos sopas de égua cansada
Não havia sopinha passada…
Á pata íamos para o Liceu…
Não era: “Leva-me à Escola, oh meu…”
Jogávamos ao pião e futebol sem bola
Não tínhamos a playstation na sacola…
Faltava o professor, os livros iam pelos ares
Não havia aulas suplementares…
Estudávamos como se fossemos frades
Não havia novas oportunidades
A oportunidade seguinte era fazerem-nos a folha
Meu querido filho tu vais é para trolha…
Se na Escola havia mau comportamento
Não ouvias dos nossos pais um lamento…
Se o Professor nos apanhava com a piela
A resposta era: “Dê-lhe uma assapadela”
E rijos estamos… Hirtos como um varão
Que se ergue em casas de prazer…. E ilusão…
E mesmo neste dia, nada temos a perder…
Só se a malta se chatear e nos mandar… fornicar…
E fornicaremos…….
Não há gato que não mie…
Não cão que não ladre…
Não há porco que não grunha..
Não há cavalo que não relinche
E até aquele galináceo chamado peru
Até ele gurguleja, espeidorrando-se pelo cú…
E até o Bruce Springsteen, dizem que é o boss…
Porque raio não dizeis… E venha a posse..
Da vossa geração virá o casamento panilas
Dos gajos de boneca que brincam com as pilas
Uns dos outros, coitados… Está-se mesmo a ver…
Que triste geração que se está a perder…
E os cartazes das Festas? Ó rapaz, oh dize…
Ficaram na tipografia… Quilhou-vos a crise?
E os programas das Festas? Ó rapaz, oh dize
Ficaram na tipografia… Quilhou-vos a crise?
Enfim…
Deixemos a desdita, rapaziada. Sois nossos!
Vimos da mesma cidade! Dêem cá os ossos…
Saibam que quem dá o pão, também dá o pau…
E lá dentro temos um enorme varapau….
Sorri, rapaziada! Sorri! Estes são os vossos dias
Não vos quedeis com velhas estórias e alegorias
Fazei a vossa e nossa Festa… Sêde felizes…
Deixem-nos por cá a lamber as cicatrizes…
Cuidem da nossa Festa ao Nicolau Velhinho
Sejam vocês próprios! Não copiem o vizinho.
Cuidem da cidade! Queiram sempre mais…
Não sejam soldados, podendo ser generais!
Vinde, Comissão! Ninguém vos põe cabresto!
Montem-se uns nos outros e levem-nos o cesto…
IN VINO VERITAS, MELO PRODUCTIONS
VIMARANES, IV POST KALLENDAS DECEMBRII MMX
Minhas senhoras e meus senhores
Sapateiros, calceteiros e actores
Comerciantes, talhantes e grossistas
Advogados, serralheiros e … alfarrabistas…
Cartomantes, endireitas e bruxos
Bar-menés que vendem vinho em cartuchos
Agricultores, gestores e economistas
Padres, freiras e… seminaristas.
Professores, alunos e boticários
Médicos, fadistas e falsários
Jet-set, Jet-Lag, Jet-Mete e DJ´s
Camareiros, bobos e Lightjockeys.
Abraços, a todos a quem se justifique
O político, meus caros, que se fornique.
Não há gato que não mie…
Não cão que não ladre…
Não há porco que não grunha..
Não há cavalo que não relinche
E até aquele galináceo chamado peru
Até ele gurguleja, espeidorrando-se pelo cú…
E até o Bruce Springsteen, dizem que é o boss…
Porque raio não dizeis… E venha a posse..
Eis mais um escorreito texto, um relambório
Da Rua de Camões para o Index Expurgatório
Apresento-vos agora o mago do Reviralho…
Ladys and Gentlemen, Cifrónio Esquerdalho..
Velha Guimarães, pátria amada
Que fazer agora com esta canzoada
O F.M.I.vão chamar? A Pátria finda…
F.M.I. - Forniquem-nos Mais ´Inda…
Tretas, salamaleques, “porreiros pá…”
Disparates imponentes só mesmo cá
E do Orçamento, a fotografia… linda!
FMI – Forniquem-nos Mais ´Inda…
E os “popós” p´rá Cimeira da Nato
Atingir da estupidez o estrelato
Se temos saída, eu chamo-me Arminda
FMI – Forniquem-nos Mais ´Inda…
Mais Greves Gerais! Não ao trabalho
Naquele labor, rápido me emporcalho
E privatizar a TAP? Está na berlinda…
FMI – Forniquem-nos Mais ´Inda…
E os 500 aeuriós do mínimo salário
Quero já o Sócrates no confessionário
Qual Secret Story, o segredo deslinda?
FMI – Forniquem-nos Mais ´Inda…
Não há gato que não mie…
Não cão que não ladre…
Não há porco que não grunha..
Não há cavalo que não relinche
E até aquele galináceo chamado peru
Até ele gurguleja, espeidorrando-se pelo cú…
E até o Bruce Springsteen, dizem que é o boss…
Porque raio não dizeis… E venha a posse..
Boa noite, Guimarães!!!
Bom Povo, meus Irmãos, conterrâneos
Aqui estão os velhos desde oitenta e seis,
Possuídos pelo vinho, até aos calcâneos
Loucos por obrar nestes velhos papéis.
A Festa passou por cá, mas não a cavalo
Perene se enraizou nestas velhas carcaças
Tenho já longas brancas e o cabelo ralo
Mas nas Nicolinas, divirto-me p´a caraças…
Sabemos onde ir buscar, o pinus mais erecto
As casas das Moinas com o manjar predilecto
Posses fomos buscar ao local mais infecto
Recitamos Pregões, puxando pelo intelecto
Estendemos a lança com ar circunspecto…
Nas Danças saltamos com o mais provecto…
Nas roubalheiras levamos candeeiros do tecto…
Nas Novenas rezamos ou dávamos o aspecto…
Fizemos revoluções, depusemos Presidentes
Fomos para o Pinheiro armados até aos dentes
Fomos audazes, pioneiros e certos seguidores
Deixamos namoradas, perdemo-nos de amores…
Não há gato que não mie…
Não cão que não ladre…
Não há porco que não grunha..
Não há cavalo que não relinche
E até aquele galináceo chamado peru
Até ele gurguleja, espeidorrando-se pelo cú…
E até o Bruce Springsteen, dizem que é o boss…
Porque raio não dizeis… E venha a posse..
A vossa geração fica-nos muito aquém
Deixem que vos lance daqui o meu desdém
Passam as noutes no charro e no Facebook
E nem do Pregão esgalham o batuque…
Nós por cá somos do tempo do José Cid
Que cantava a Anita, os trigais e a vide
Venham ter connosco, eu cá não mordo…
Ponho-vos a cantar como cantava o Tordo…
Não importa sol ou sombra
camarotes ou barreiras
toureamos ombro a ombro
as feras.
Entram empresários moralistas
entram frustrações
entram antiquários e fadistas
e contradições
e entra muito dólar muita gente
que dá lucro as milhões.
E diz o inteligente
que acabaram as canções.
Lalalalalalalala
Comíamos sopas de égua cansada
Não havia sopinha passada…
Á pata íamos para o Liceu…
Não era: “Leva-me à Escola, oh meu…”
Jogávamos ao pião e futebol sem bola
Não tínhamos a playstation na sacola…
Faltava o professor, os livros iam pelos ares
Não havia aulas suplementares…
Estudávamos como se fossemos frades
Não havia novas oportunidades
A oportunidade seguinte era fazerem-nos a folha
Meu querido filho tu vais é para trolha…
Se na Escola havia mau comportamento
Não ouvias dos nossos pais um lamento…
Se o Professor nos apanhava com a piela
A resposta era: “Dê-lhe uma assapadela”
E rijos estamos… Hirtos como um varão
Que se ergue em casas de prazer…. E ilusão…
E mesmo neste dia, nada temos a perder…
Só se a malta se chatear e nos mandar… fornicar…
E fornicaremos…….
Não há gato que não mie…
Não cão que não ladre…
Não há porco que não grunha..
Não há cavalo que não relinche
E até aquele galináceo chamado peru
Até ele gurguleja, espeidorrando-se pelo cú…
E até o Bruce Springsteen, dizem que é o boss…
Porque raio não dizeis… E venha a posse..
Da vossa geração virá o casamento panilas
Dos gajos de boneca que brincam com as pilas
Uns dos outros, coitados… Está-se mesmo a ver…
Que triste geração que se está a perder…
E os cartazes das Festas? Ó rapaz, oh dize…
Ficaram na tipografia… Quilhou-vos a crise?
E os programas das Festas? Ó rapaz, oh dize
Ficaram na tipografia… Quilhou-vos a crise?
Enfim…
Deixemos a desdita, rapaziada. Sois nossos!
Vimos da mesma cidade! Dêem cá os ossos…
Saibam que quem dá o pão, também dá o pau…
E lá dentro temos um enorme varapau….
Sorri, rapaziada! Sorri! Estes são os vossos dias
Não vos quedeis com velhas estórias e alegorias
Fazei a vossa e nossa Festa… Sêde felizes…
Deixem-nos por cá a lamber as cicatrizes…
Cuidem da nossa Festa ao Nicolau Velhinho
Sejam vocês próprios! Não copiem o vizinho.
Cuidem da cidade! Queiram sempre mais…
Não sejam soldados, podendo ser generais!
Vinde, Comissão! Ninguém vos põe cabresto!
Montem-se uns nos outros e levem-nos o cesto…
IN VINO VERITAS, MELO PRODUCTIONS
VIMARANES, IV POST KALLENDAS DECEMBRII MMX
domingo, 5 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
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